Colorido da florada dos ipês encanta quem passa pela avenida da UniRV

Publicado em: 22-08-2019


Nesta época do ano, a paisagem da Universidade de Rio Verde - UniRV e do cerrado goiano ganham uma nova coloração. De julho até o final do mês de setembro, as folhas secas saem de cena e as flores dos ipês, árvore símbolo do Brasil, de acordo com a Lei nº 6.607, de 7 de dezembro de 1978, surgem nas copas das árvores e contrastam com o azul do céu. Quem passa pela UniRV pode admirar o início da florada dos ipês-amarelos, que dividem atenção com os rosas, os primeiros a entrarem em cena e abrilhantarem o acesso à Universidade.
 
Os ipês florescem em média, a partir de três anos após o plantio. Ao longo do ano, estas árvores se passam desapercebidas aos nossos olhos pelas copas totalmente providas de folhas bem verdes, e quando suas folhas começam a cair, pela proximidade do outono e inverno, é o sinal de que as flores estarão por surgir e sua floração se torna vistosa devido a ausência de folhas. Com boa tolerância à poluição urbana, a árvore proporciona um bonito efeito decorativo nas cidades. A espécie amarela oferece cerca de cinco dias de florada para o observador e é preciso atenção redobrada para apreciar os brancos, que florescem por apenas dois dias. 

Na UniRV, as espécies foram plantadas em 1989 pelo engenheiro florestal e docente da Instituição, Antônio Graciano Ribeiro (Tonhão); pelo engenheiro agrônomo Avelar de Morais Macedo; pelo técnico em agropecuária e secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Gerlos Mendonça de Morais e pelo técnico responsável pelo viveiro, Milton Kanaschiro.

Conhecendo um pouco mais

Nativa do cerrado, a planta está presente em locais com temperaturas entre 18 °C e 26 °C e leva até 20 anos para desenvolver os troncos tortuosos com casca grossa. A altura pode variar entre 8 e 20 metros, e as copas coloridas duram uma semana, segundo a umidade do local.